A polemicidade tomou conta uma vez mais. Do minitubinho de pasta de dente foi expectorado um creme amarelo escuro de dar medo. Kaviar mermão!? Caviar, mais conhecido como tandy de ova.
Bagulho é fornecido pelas simpáticas Mills e Klavi, a ova matéria-prima é de bacalhau. E o povo loiro nórdico esfrega no pão já de manhã cedo, configurando bafo irremediável. Entre eles, gatas excepcionais.
Imagine aquela bela jovem corpulenta, sobressaindo das anáguas coxas incrivelmente brancas. Peitolas reluzentes, chapiscadas de sardas estáile Jackson Pollock.
Maçã do amor no lugar da bochecha, olhos cor de fiorde, cabelo quase branco de vovó. E cheiro de peixe podre. Triste ilusão, pois é.
Não sabemos quanto custa essa sardela do capeta porque roubamos do hotel. Sabemos apenas que é mais forte que nocaute maldoso.
E mesmo assim o povo se lambuza. É cultural, é, a moçada nasce atacando o tandy de ova já em plena infância. Saca o naipe do reclame aí.







