Arquivo da categoria ‘Máximas gastronômicas’

Sobre o pesto

Maio 5, 2008

“Faz-se assim um belo molho verde, de ligeira conocção, fácil digestão, que alegra o cérebro, recreia os espíritos animais, regozija a vista, abre o apetite, deleita o gosto, conforta o coração, faz cócegas na língua, torna a pele clara, fortifica os músculos, tempera o sangue, torna leve o diafragma, refresca o fígado, desopila o baço, alivia os rins, acalma os intestinos, desinflama os espondilos, esvazia os ureteres, dilata os vasos espermáticos, abrevia os cremasteres, expurga a bexiga, infla os genitais, corrige o prepúcio, incrusta a glande, retifica o membro, dá bom ventre, faz bem arrotar, soltar traque, peidar, cagar, urinar, espirrar soluçar, tossir, cuspir, vomitar, bocejar, assoar, expirar, inspirar, respirar, roncar, suar, levantar o pau e mil outras raras vantagens.”

François Rabelais, em
“O terceiro livro de fatos e ditos do bom Pantagruel”

Para o Engasgo, Pantagruel (Panta, para os íntimos) estaria falando do pesto, delicioso môleo verde aí disposto na foto, que tem feito muito para azeitar a raça humana.

Na sua opinião, qual seria o mágico molho verde?

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Vai discordar

Abril 22, 2008

“Não há nada que não melhore com dois ovos em cima.”

Stanislaw Ponte Preta